C30. Arte-Educação


E.M.E.B. Ver. Carlos Pessoa de Brum
PLANO DE AULA - 1° TRI/2020 - EAD
Artes - Profª Gisele Verardi Joaquim
C30-11ª semana
Olá pessoal! Estou fazendo uma costura de livros e referências da internet. Poderíamos estudar o ano todo a fotografia, mas vamos diversificar. Trago aqui uma referência em autorretrato mais atual. Vocês lembram que já trabalhamos com autorretrato? Desde de B30 neh, gente! Autorretratos são imagens nossas feitas por nós mesmos. Na história da Arte é muito comum encontrarmos autorretratos em pinturas e desenhos. Na próxima aula continuamos com autorretratos e darei algumas pinceladas em técnicas fotográficas e finalizamos.
Fiquem atentos à telefonemas da escola, ao blog e facebook. Está sendo implementado um novo sistema em que vocês terão acesso gratuíto e será obrigatório que entrem, pois contará como presença. Acredito que a medida que diminua o risco de contaminação, vamos voltar de forma gradativa. Acessem e perguntem!

Vivian Maier




1.Observem as imagens acima. O que estava acontecendo no momento em que Vivian Maier fez as fotografias? Será que foram planejadas? Há outras pessoas nas fotos? O que se vê no espelho além do reflexo da fotógrafa?

         A fotografia é uma técnica muito utilizada para produção de autorretratos, principalmente na  era virtual que estamos. Muito antes das selfies feitas com câmeras fotográficas digitais e com celulares, as câmeras com filme fotográfico já cumpriam esse papel.


2.Você já viu alguém fotografando, ou já fotografou, com uma câmera que utilize filme?

         As fotografias da Vivian Maier foram descobertas pelo americano John Maloof que adquiriu os negativos em um leilão. Quando ele revelou os filmes, viu que as fotos eram geniais e começou a jornada para descobrir quem era essa fotografa talentosa e misteriosa. O documentário 'Finding Vivian Maier' conta toda essa história. A fotografia oculta de Vivian Maier. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=iO0kLC2yENI

         Viviam Maier começou a fazer registros fotográficos na década de 1950, muito antes do surgimento da fotografia digital.
         Ela é conhecida pelos registros urbanos em que captava cenas do cotidiano das cidades onde morou e de outras cidades do mundo.
         Seu olhar cuidadoso, atento ao que acontecia à sua volta, permitiu que a artista captasse cenas inesperadas, em alguns casos com um único clique.
         Hoje, a fotografia digital nos permite fazer muitas fotos de uma vez e sem o custo de se fotografar em filme. Entretanto, na época em que Viviam Maier mais fotografou, entre as décadas de 1950 e 1980, só se via o resultado das fotografias quando o filme fotográfico era revelado.
         Um fato curioso de sua história é que ela registrava as imagens para si mesma e não mostrava sua imagens para outras pessoas. Além de ser uma acumuladora de lembranças: colecionava bilhetes, cartas, chapéus e, claro, imagens fotográficas.
         Seu trabalho como fotógrafa só foi conhecido e reconhecido como arte após a sua morte (ver link acima). Ela fez tantas fotografias como se tivesse feito um diário de sua vida com imagens. Muitos rolos de filmes não tinham nem sequer sido revelados durante a vida dela.

3.O que pode levar alguém a fazer tantos registros se não tem a intenção de mostrá-los? Quando você fotografa, tem a intenção de mostrar a alguém? O que motiva suas escolhas entre mostrar uma imagem e guardá-las para si?

Acesse o site http://www.vivianmaier.com/ para saber mais sobre Viviam Maier.

4.Por uma semana, registre todos os reflexos que encontrar. Repare em todas as superfícies em que é possível ver sua imagem refletida, inclusive a sombra. Nem sempre o reflexo estará nítido; por vezes seu reflexo poderá se confundir com outros elementos da paisagem e as formas podem se distorcer. Poderá criar esses ambientes, também, utilizando pequenos espelhos.
         Para os que não possuem câmera ou celular com câmera, poderão descrever ou desenhar seus reflexos.

Bons trabalhos!!!  

COUTINHO, Rejane Galvão [et al..]. Coleção Se Liga Na Arte, 6º ano. São Paulo: Moderna, 2018. p.106-109


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