B30. Arte-Educação


E.M.E.B. Ver. Carlos Pessoa de Brum
PLANO DE AULA - 1° TRI/2020 - EAD
Artes - Profª Gisele Verardi Joaquim

B30-11ª Semana
Olá! Continuamos com passagens do livro que irei trazendo para vocês. O estudo sobre desenho irá se mesclar as atividades que serão desenvolvidas.
Observem a imagem abaixo:
Helena Coelho, As quatro amigas, óleo sobre tela, 33 x 41cm,
Galeria Jacques Ardies, São Paulo (SP), 2002.

      Responda:
     1.      Na imagem acima, o que chama sua atenção? Anote tudo.
     2.      Agora, procure descrever os objetos da sua casa, em detalhes. Como são as paredes, os pisos, os móveis? Quais as cores dos ambientes? Há quadros na parede? Como eles são? Há fotografias pela casa? De que época? Há cortinas, tapetes ou outros elementos decorativos? Quais? Você sempre morou nela? Caso não, descreva as diferenças em relação a antiga casa.
     3.      Desenhe um espaço de sua casa, que você goste, em detalhes.
    4.      Você consegue lembrar quais as primeiras músicas que ouviu? Talvez uma canção cantada por pessoas da família ou tocada por um aparelho de som, na televisão ou em uma brincadeira? Comente.
     5.      Quais as músicas que ouve hoje?
    6.      Apenas leia o texto abaixo e, se puder, entre o link para ver e ouvir o vídeo clipe da música “Bola de meia, Bola de gude”:

A obra “As quatro amigas” é uma pintura naïf de Helena Coelho (1949-), artista
carioca, que começou a pintar aos 40 anos e que retrata o cotidiano de seu povo em muitas de suas obras.
Arte naïf é um estilo de arte produzido, geralmente, por artistas autodidatas, ou
seja, pessoas que não cursaram estudos formais em Arte. Naif, em francês, significa ingênuo. É representada por formas simples e de fácil compreensão.
        Desde muito cedo, nossa visão começa a ser treinada no lugar onde nascemos e crescemos, o que contribui para a formação de nossas referências visuais. E são exatamente essas referências que nos influenciam na hora de escolher uma cor em vez da outra, a preferir um tipo de organização a outro, a se identificar com uma imagem ou outra e assim por diante. E isso continua em constante transformação, já que convivemos com muitas imagens da nossa casa, do nosso bairro, da nossa cidade ou da natureza ao redor.
         Por isso, também, quando viajamos, dizem que nunca voltamos os mesmos, pois aprendemos muito ao observarmos e termos contato com o diferente, o outro lugar e sua cultura.
         O mesmo ocorre com os sons da casa, que estão presentes em nossas vidas há tanto tempo que nem sabemos de onde surgiram.
         Acontecimentos, imagens, sentimentos e aprendizados da infância nos acompanham ao longo da vida. Leia a letra da música a seguir e se puder acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=G9RS2BkbqHw



Bola de meia, bola de gude
   
Há um menino,
há um moleque
morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado
no meu presente
Um sol bem quente
lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que Eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade,
alegria e amor

Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão!
         Essa canção “Bola de meia, bola de gude” foi escrita por Milton Nascimento (1942-) e Fernando Brant (1946-2015). Na letra, os compositores sugerem que, mesmo sendo um adulto, há um menino morando em seu coração, e que há momentos do passado que acompanham o seu presente.
O que você acha disso? Há algo de sua infância que você deseja que, de alguma maneira, fique para sempre com você?
COUTINHO, Rejane Galvão [et al..]. Coleção Se Liga Na Arte, 6º ano. São Paulo: Moderna, 2018. p.12,13
   




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